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Mudança de visual

Hoje coloquei um novo "template" no blog, então algumas coisas ainda estão sendo arrumadas e com o tempo vamos ver se ficará tudo certo.
Este é o terceiro modelo de blog que uso, e só troquei o primeiro porque foi desformatado quando o blogger.com foi reformulado. Depois nunca estive satisfeito com o outro modelo, mas por comodismo foi ficando. Agora espero que este não tenha erros e que não precise alterar tão cedo.
Na mudança de visual posso ter perdido algum link que havia no outro modelo, se alguém que tenha o PF "lincado" e não estiver por ali, é só avisar que adiciono.

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Na postagem anterior um grande amigo meu, o Ary Nelson Júnior, deixou um recado bastante elogioso, que só a amizade justifica.
Conheci o Juninho quando ele era bem guri, é o irmão mais novo de outro grande amigo meu de infância, o Igor.
Quando frequentava a casa deles, sempre encontrava o Juninho fazendo jogos imaginários de futebol, com bonecos, soldadinhos, botões...jogadores bastante heterogêneos. E tinha o cuidado, inclusive, de recriar todo o ambiente, com arquibancadas, reservados, placas publicitárias e narração, além das tabelas de campeonato cuidadosamente elaboradas.
Então sempre que nos encontrávamos, desde essa época o assunto era futebol. Com o passar dos anos o Juninho virou um aficionado por futebol, muito atento, e desde, sei lá, seus 10 anos, já corrigia erros que os jornais publicavam, em escalações, numeração, etc.

O tempo passou e eu e o irmão dele, hoje já temos filhos, somos re-compadres (eu sou padrinho do filho dele e ele do meu) e o Júnior é acadêmico de Jornalismo. Tenho certeza que teremos um ótimo jornalista no mercado. Nos encontramos pouco, mas é o tipo de amizade que ficamos tempos sem nos falarmos, mas quando há uma oportunidade, é como se estivéssemos retomando o assunto que foi interrompido no dia anterior.

O Júnior escreve no blog
Sanidade Mental, e lá fez também uma postagem sobre o PF, a qual já aproveito para agradecer.

Um grande abraço, Júnior!

Promoção do Velho Barreiro

No rótulo da parte de trás da garrafa de Velho Barreiro, a seguinte promoção (talvez seja antiga, já que o brasileirão é do ano passado, mas as garrafas continuam circulando):

"Brasileirão 2008 - Futebol emoção Nacional -

No Campeonato Brasileiro de Futebol, torça pelo time do coração pois o campeão é você!Participe!
Basta juntar 180 (!) tampinhas novas da cachaça VB 910ml com mais R$ 1,50 e você compra bolas oficiais!" [grifos e ponto de exclamação entre parênteses, meus].

Ao ler rapidamente, fiquei pensando se poderia haver algum fanático futebolero que entornaria 180 garrafas de Velho Barreiro dentro do prazo da promoção. Eu sei, vão dizer que tem gente tomaria as 180, mesmo sem brinde. Mas é uma quantidade deveras relevante. Seria algo em torno de 160 litros do mais puro Velho Barreiro!

Mas, mais abaixo no rótulo, a sempre esclarecedora e miúda mensagem do asterisco: "Esta é uma ação dirigida exclusivamente aos profissionais de atendimento ao balcão e/ou proprietários de estabelecimentos comerciais (...)".

Perdeu a graça, até porque muita gente que não é "profissional de atendimento ao balcão e/ou proprietário de estabelecimento comercial" gostaria de ter uma bola de futebol clássica destas.
Fora os 160 litros...
E coitado de quem não leu o "asterisco".

Aos 45 do segundo

Luxemburgo, além de técnico do Palmeiras, é nome de um minúsculo país europeu, lindeiro com Alemanha, França e Bélgica. Possui um pouco mais de 450 mil habitantes que vivem abastadamente sob uma monarquia constitucional.
Futebolisticamente falando, a seleção de Luxemburgo é uma das tantas seleções nanicas do continente europeu, com raras vitórias nas competições européias (entre estas, encontra-se apenas uma honrosa exceção, na
Eurocopa de 1964). Além deste retrospecto nada alentador, a seleção de Luxemburgo conta com um time misto de profissionais e amadores. Segundo uma das matérias que li para escrever esta postagem, na atual seleção jogam apenas dois profissionais (a verificar).

Mas o futebol tem muito destas coisas, jamais deve-se diminuir o orgulho que torcedores têm por clubes de pouca expressão, ou a entrega total de jogadores de times de pequeno porte, ainda mais quando o orgulho nacional está em jogo, como no caso de seleções nacionais (menos no Brasil, aqui isto é considerado ''patriotada'').

E exatamente com este orgulho, que um jogador luxemburguês chamado Fons Leweck, deu uma bela declaração, após ter feito o gol da vitória histórica de sua seleção sobre a Suiça, na casa dos adversários.

"Quando houve o apito final, tive uma sensação extraordinária, o fato de termos vencido. Sabíamos que tínhamos criado uma grande sensação, e estávamos nas nuvens. Quando terminou, a primeira coisa que pensei foi na minha família, que certamente estaria comemorando muito em casa. Como luxemburguês, estou muito orgulhoso em poder somar algo tão grande à minha pequena e insignificante carreira no futebol, sabendo que ninguém poderá tirar esse momento de mim, por nada. Vencer fora de casa, diante de uma grande torcida deve ter sido a melhor experiência que já tive."


Palavras ditas por Fons Leweck, depois da histórica vitória de Luxemburgo sobre a Suíça, fora de casa, pelas Eliminatórias da Copa (2-1). Leweck é atacante da seleção de Luxemburgo e do FC Etzella Ettelbruck. Foi ele o autor do gol desta vitória de Luxemburgo, com um gol aos 40 do segundo tempo. Um ano antes, ele também fez o gol da vitória sobre a Bielorrússia, nas Eliminatórias da EURO, com um gol aos 50 do 2° tempo, outra data histórica.

(texto disponível no
site da Fifa, em espanhol).

Lá no site da Fifa, este fato é mencionado na matéria "Pequenos Heróis do Futebol", sobre eventos marcantes no ano de 2008 (o jogo foi em setembro).

Um belo feito, sem dúvidas.

Aproveito o post para desejar um Feliz Natal para todos(?) os leitores do blog, mesmo os ocasionais via Google, mas principalmente aqueles poucos, mas fiéis e persistentes leitores, que mesmo com a baixíssima freqüência de postagens neste 2008, sempre deram uma passada por aqui.
Que em 2009, ainda que só tenhamos a nosso favor um time ruim, que seja combativo e raçudo, e que algumas vezes possamos ter momentos como o que Luxemburgo viveu, no vídeo abaixo:



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Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luxemburgo
http://es.fifa.com/worldfootball/news/newsid=986056.html#pequenos+heroes+futbol
e as demais citadas no texto.

A informação da escolha dos "Pequenos Hérois do Futebol" da Fifa, veio através de postagem de Gabriel Andrezo, da comunidade
Futebol Alternativo, do Orkut.

Alguns clichês do futebol

Que o futebol é recheado de clichês, é um clichê afirmar.
Mas alguns soam mais irritantes, porque escondem a realidade e fica como verdade.
No jornal Zero Hora de ontem, o jogador Nilmar ao comentar sobre a derrota do Inter contra o Paraná pela Copa do Brasil, declarou:
- No futebol brasileiro não dá tempo de ficar triste, é um jogo em cima do outro.


Ora, na Europa os jogos se dividem entre quarta e domingo também. Nos finais de semana os campeonatos nacionais e nas quartas, as copas de cada país e as competições continentais. Não que o calendário no Brasil seja melhor que o da Europa ou perfeito, longe disto, mas o intervalo de dias do jogo do Paraná e do Gauchão é perfeitamente normal, considerando-se qualquer calendário. E não é só jogador que repete isto, na imprensa também, e dando a nítida impressão que não há jogos nas quartas na Europa.

Outro destes clichês europeus é sobre a adaptação ao frio. Ok, jogadores de São Paulo para cima no mapa brasileiro podem estranhar. Mas um jogador do Sul, que chega lá na primavera (por exemplo) dizendo que a dificuldade era o frio, parece que estava sob 40º graus aqui. E eu vi uma entrevista neste sentido, há alguns anos atrás. Mais uma vez cabe esclarecer: todos sabem que na Europa, no inverno, o frio é muito mais intenso que no Sul (se bem que depois de 0º grau, é tudo “frio”, tirando a dificuldade nos países que jogam com campos cobertos de neve). Mas nas entrevistas, passam a impressão que saíram de uma vida inteira jogando com 45º de temperatura, e foram jogar diretamente no pólo norte. Qualquer dia algum jogador brasileiro reclama da dificuldade de adaptação ao idioma em Portugal.

Terceiro clichê e deliberadamente repetido por imprensa e jogadores: o tal do “campo pequeno”. Em qualquer empate ou jogo difícil no interior, sempre aparece um comentário de jogador e da imprensa: “neste campo pequeno é complicado”.
Sim, existem campos pequenos no interior. Mas existem campos de todos tamanhos e por maior que sejam as medidas do gramado, as declarações serão as mesmas. Isto porque a arquibancada sendo acanhada e perto do gramado, o campo “é pequeno”.
Sobre este ponto, vou fazer outro tópico, com ajuda do Google Earth, comprovando que muitos clubes do interior, têm estádios pequenos mas campos da mesma dimensão ou maiores do que os da dupla Gre-Nal. Já fiz a verificação, mas de maneira desorganizada, quanto fizer a relação completa irei postar aqui, vale um tópico.

Quarto clichê, mas não menos importante: um time “menor” que o adversário, após a vitória, sai aos microfones: “isto é para provar para aqueles que nos menosprezaram que...blá blá blá”. Na realidade atual, ninguém dá declaração menosprezando adversários (apesar de eu querer ver mais declarações deste tipo, sinceras) , mesmo que menores historicamente.
Mas atualmente, ainda que respeitem o tal adversário menor, em caso de vitória deste, invariavelmente ele virá ao microfone de alguma rádio ou TV: “esta é a nossa resposta ao..blá blá blá”.
E mesmo que não haja uma linha escrita ou uma declaração que desmerecesse a porcaria do time, os jogadores do time “menor” saem falando isto.
Acho que eles deveriam dizer: “esta é a nossa resposta ao nosso próprio treinador, que no vestiário disse que se não jogássemos a nossa vida hoje, perderíamos de 8 x 0 “. Seria mais honesto e engraçado.

Existem dezenas, talvez centenas, de outros clichês no futebol, mas estes são alguns dos que mais irritam, porque não são simples chavões ou frases feitas, mas escondem a realidade. Por isto, coloco-os como os mais irritantes.

Futebol por todas as estações

Neste final de 2007 fui passar o Natal em Jaguarão, cidade gaúcha que faz divisa com Rio Branco no Uruguay. As cidades são ligadas por uma ponte (Ponte Mauá), e são peculiares e belíssimas.

No lado uruguayo, bem na margem do Rio Jaguarão, encontram-se vários free-shops, para deleite de vários brasileiros que vão para lá abastecerem-se de especiarias e produtos, principalmente eletrônicos. Vi carros com placas de várias cidades gaúchas (algumas bem distantes, como Venâncio Aires e Palmeira das Missões) e o comércio é bastante intenso, principalmente nos finais de semana.

Junto com meu irmão, invadimos o lado uruguayo, uma vez a pé e outra de carro. Quando de carro, fomos até o balneário uruguayo da Lagoa Mirim. Achei até que seria mais acanhado, mas já conta com uma estrutura razoável. Nesta ida até lá, fui procurando algo sobre futebol para depois postar por aqui.

Em termos de camisas de clubes nas ruas, vi várias de Inter e Grêmio, mas possivelmente fossem pessoas de Jaguarão (muitos têm moradia no lado castelhano ou no próprio balneário). Lá também tem o fenômeno dos camelôs, e nestas “tiendas” também tinham várias camisas de times brasileiros (de procedência pirata, óbvio). A maioria era da dupla Gre-Nal, mas também observei algumas de clubes argentinos, Peñarol e Nacional, claro, e de brasileiros vi as de São Paulo, Santos, Palmeiras (sim, a verde-limão) e Flamengo. Creio que sejam os uruguayos que comprem as camisetas da dupla Gre-Nal, pois não tenho motivos para acreditar que alguém vá do outro lado da fronteira para comprar uma camisa pirata...do time de sua própria cidade. Mas não sei ao certo, para falar a verdade.

As impressões sobre a pequena e simpática Rio Branco foram as melhores. Como aqui não é um blog de turismo, vou resumir em algumas frases:
Rio Branco é uma cidade bastante limpa (excetuando-se a zona dos free-shop, que fica mais afastada do centro, mais perto da margem do rio).
Os motoristas respeitam a faixa de segurança, incrível.
E sim, existe futebol na cidade, ainda que não seja profissional.


Vejam o futebol presente no dia-a-dia, neste muro abaixo. Fui obrigado a tirar uma foto. Sensacional, uma pena que está tão descascado, mas este muro fica na "avenida principal" de Rio Branco:


Um adendo na parte gastronômica: bem na entrada do centro de Rio Branco, há o restaurante “La Punta”. Não sei se é o melhor ou o mais barato, pois foi o único que fui, além do “El Turista” (o "el turista" não é ruim, fica junto com os free-shop, mas como o nome sugere, é mais caro). No "La Punta" eles servem o “chivito” (foto abaixo), mas tens que adentrar um pouco mais na cidade de Rio Branco.


Neste amontoado que vocês podem observar na foto do delicioso chivito, escondem-se dois filés e dois nacos de bacon. Belleza muchacho, como já disse Jorge Ramos. 18 reais e teoricamente serve duas pessoas (tudo é duplo), mas aí depende do freguês, é claro. Patrícia de litro a 4 pila, e gelada. Mas não é em todos os lugares que a cerveja é “gelada” para os padrões daqui. Em alguns locais eles não se preocupam muito com a temperatura da cerveja, e existem explicações teóricas sobre a cerveja não ser tão gelada, mas não vêm ao caso.
E o “chivito” pode ser encontrado também em lanches de rua, como na praça central, mas não sei o preço e a qualidade. O do “La Punta” é muito bom. Os de “bicão” não quisemos experimentar porque no chivito vai salada de maionese, mais perigosa que atacante ruim, mas veloz, de time pequeno jogando no contra-ataque, ainda mais no calor que estava.

Na estrada que leva de Rio Branco para o balneário, achamos o estádio da cidade. A foto não está boa, mas o estádio é melhor do que as fotos: possui iluminação, cabines de imprensa e arquibancada.



É um estádio acanhado, mas muito bem cuidado. No momento em que chegamos acontecia um treino. Como o clube é semi-profissional (ou semi-amador, conforme a ótica), cada um trajava material de treino exclusivo (em relação aos demais da própria equipe). Impressionante a variedade. Um dos jogadores trajava uma listrada amarela e preta de mangas longas, a despeito do calor de quase 40º. Tenho certeza que era a camisa do Bagé, já que só olhei de longe e nem estar no país do Penãrol me demoveu da idéia de que ele estava envergando a camisa jalde-negra do GEB.
Só um jalde-negro para estar de manga longa naquele calor, e ele era o único.

O nome deste clube é como vários aqui no Brasil: “Ferroviário”. As cores são o azul e amarelo, a julgar pelas cores do estádio, pois não vi camisetas (abaixo a bilheteria do clube).



O motivo: a sede se localiza quase na linha férrea, que passa atrás do estádio. Assim como aqui, a linda estação ferroviária está abandonada (foto abaixo), e sua arquitetura guarda alguma pujança econômica que ficou no passado. Uma pena.

Mas o Ferroviário segue firme e treinando. Eu não pude descobrir como é o sistema do campeonato deles, mas no Uruguay a “divisão amadora” disputa jogos contra outras equipes do “departamento”, podendo chegar a ser campeão nacional nesta categoria. Tenho que descobrir o nome e sistema de disputa... Imagino que seja uma competição interessante.

Finalizo a postagem dando boas-vindas ao nosso novo colaborador, o Froner. Froner além de escrever sobre futebol, tem um projeto musical (solo) denominado “Svanat”. Como gostei bastante das músicas, especialmente da “D’alba”, utilizei ela para ilustrar algumas imagens de Jaguarão e Rio Branco (ou as fotos ilustram a música). Dêem uma conferida aí em baixo, no “vídeo”, e podem achar mais músicas do projeto do Froner em
Svanat . Tem tudo a ver com o pampa. Parabéns, Froner.
Cabe avisar que das fotos que coloquei neste vídeo, apenas 4 são de minha autoria, retirei as outras do Flickr, e são vários os autores, espero que me desculpem por não nomear um por um.

Amanhã tem postagem do Maurício e estamos inseridos no Prêmio Ibest, se alguém tiver paciência para votar, chegue de carrinho:

Votar .






Pura Imagem

Coloquei algumas imagens aí do lado, randômicas.
Conforme for, vou adicionando outras.
Pena que não se pode colocar trilha sonor, ficaria muito pesado (aliás, este blog está com muitas "pop ups", a maioria das quais não sei a procedência. Mas vamos resolver isto).
De qualquer maneira, aqui está a trilha sonora (indicada) para assistir às "puras imagens":
http://www.sombreroluminoso.com.br/mp3/paraguay.mp3

Desfrutem.
Logo mais tem postagem, espero.

Penalidade Máxima e ainda Football Factories

Assisti ao filme "Mean Machine" (título em português: Penalidade Máxima).
O filme, bem, aí vai a sinopse:
"Um ídolo do futebol é expulso do time devido à acusação de ter manipulado um resultado e, logo depois, agride um policial e é preso. Ele recebe então a proposta para que treine o time dos guardas da prisão. Com Vinnie Jones".

Na verdade ele é "ex-ídolo, porque não joga mais e vendeu um jogo entre Inglaterra e Alemanha. A sinopse também não me deixou interessado no filme, mas como era sobre futebol...vamos lá.

O filme não é ruim, mas não recomendaria pra quem não está disposto a gastar R$ 2,50 num filme "normal". Mas tem alguns momentos.

Resumindo a coisa toda, acaba que ocorre um jogo entre presidiários e guardas na prisão inglesa onde está o ex-ídolo. Ele lidera o time dos presidiários. Tem alguns momentos engraçados, bastante clichês e mistura o mundo "da detenção" com o mundo futebolero.
A edição da partida entre "detentos x guardas" é longa, mas se tratando de "filme de futebol" até que as ações não são das piores (ao contrário de vários outros filmes). No caso deste, eles levam vantagem porque têm que representar um jogo amador, então se torna mais fácil lidar com falta de velocidade, etc. Ficou "ajeitado".



Ficha:
Título Original: Mean Machine
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2001
Direção: Barry Skolnick

No elenco, quem assistiu ao "Snatch - Porcos e Diamantes" (um dos meus favoritos), irá reconhecer metade do elenco. Não sei se é por isto, mas na capa do filme na locadora, há uma inscrição que é do "mesmo diretor" de Snatch - Porcos e Diamantes...vendo a ficha técnica aqui, parece propaganda enganosa.
Além deles, aparece também Danny Dyer (foto ao lado) , que foi protagonista em "The Football Factory”, e apresentador do documentário que vou lincar abaixo.

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Este não é ficção. Danny Dyer vai para a Turquia e mostra um dos clássicos mais selvagens do mundo, entre Galatasaray e Fenerbach, pela série "The Real Football Factory - International" . Tem um pouco de imagens do clássico turco no estádio e algumas entrevistas com os envolvidos, além de comentários do próprio ator/repórter. O ator, que não é bobo nem louco, vai com a torcida que é maioria no estádio, inclusive de jaqueta do time, que ele ganha na frente de um bar de torcedores. Mas o documentário é muito bom, ainda mais tendo como parâmetro o que (pouco) se produz sobre futebol. A edição é excelente!
O único "porém" é que esta versão que eu achei é sem legendas, não sei se existe outra legendada. Mas faz do limão uma limonada e além de assistir, treina teu inglês...ou só assista mesmo, as imagens são auto-explicativas, em grande parte dos casos.
Eu gostei bastante e como é uma série, assistirei os demais e depois comento por aqui.

TRFFI - Turquia
TRFFI - Argentina (ainda não assisti, depois comento)

Prêmio Blog Solidário


O Puro Futebol recebeu uma indicação ao Prêmio Blog Solidário. A indicação é feita por outros blogs de futebol, que contribuam com a internet futebolera (sem incentivos financeiros), e no nosso caso, quem nos indicou foi o blog Futebesteirol. Agradecemos sinceramente a indicação e abaixo vai a lista das indicações do Blog.

Ao fazer esta lista notei duas coisas: que a maioria dos blogs que lembrei são argentinos, mas resolvi deixar assim mesmo porque na verdade sou relativamente um novato na blogsfera, e talvez por isto a minha lista de leitura não seja extensa. E a segunda coisa é que de blogs brasileiros, pouco leio além dos blogs relacionados na lista de links ao lado.
Tenho que ler mais os blogs futeboleiros nacionais, tem muita coisa boa pra ser lida, certamente.

Novamente, muito obrigado ao Futebesteirol.


Dêem uma passada pelos blogs (mesmo os em língua espanhola), são bem interessantes.

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* Condiciones y bases de participación:
1.- Escribir un post mostrando el PREMIO y citar el nombre del blog que te lo regala y enlazarlo al post que te nombra. (De esta manera se podrá seguir la cadena).
2.- Elegir un mínimo de 7 blogs que creas que se han destacado alguna vez por ayudar, apoyar y compartir. Poner sus nombres y los enlaces a ellos. (Avisarles).
3.- Opcional. Exhibir el PREMIO con orgullo en tu blog haciendo enlace al post que escribes sobre él y lo otorgas a otros.

Mudanças no visual do Puro Futebol

Pessoal, tive que alterar o "template" do Puro Futebol para estes que vocês estão vendo agora. Uma pena, porque gostava bastante daquele anterior, que era "limpo" e com detalhes que também gostava.
Não mudei por vontade própria, é que na última semana as postagens apareciam "desformatadas", os links foram para o final da página e ficou muito desorganizado, apesar de eu não ter alterado nada (acho que o blogger danificou o modelo anterior).
De qualquer maneira, salvei o "código" do visual anterior e se os problemas acabarem, retornarei com ele.
Por enquanto fica este, que não gosto, mas admito ser bem mais fácil manipular.
E na verdade o principal é o texto (rogo!), mas um "layout" que não me agrada tanto é irritante.
É mais do mesmo com as cores diferentes, peço a compreensão de todos.
Mas saliento: foi uma mudança compulsória.

Futebol: Off - Postagem na primeira pessoa

A monografia foi apresentada e fui aprovado. Na realidade, apesar de sempre ser complicado enfrentar este tipo de situação (banca de professores, falar em público, análises, etc), este trabalho realizado junto com meu orientador foi muito gratificante, principalmente em termos de aprendizagem. Mas demanda tempo e em alguns momentos quase que a exclusividade de nossas preocupações. Portanto, caros leitores, a minha ausência nas postagens foi em virtude disto.

Voltando ao futebol, sempre continuei acompanhado tudo, mas agora muitos assuntos já estão datados. A partir de hoje, voltarei às postagens, não diariamente, mas de maneira bem mais freqüente.

Sejam bem-vindos (novamente) ao Puro Futebol.

Violência

Alguns falam que os torcedores de futebol são violentos, se não necessariamente, em média. Eu discordo. Acho que o ser humano em geral (e principalmente em grupo) tende à violência.
Se o esporte mais popular do Brasil fosse o tênis, considerariam os torcedores de tênis violentos.

O exemplo vem de fora do futebol. Alguém imaginaria que fãs de certo cantor seriam violentos, por serem fãs de música e discutirem sobre ela e seus artistas?
Pois vejam esta notícia:

Homem é baleado na barriga em briga sobre altura de James Brown
Altura de James Brown faz homem levar dois tiros

11 de Janeiro de 2007

Um homem recebeu dois tiros no abdômen durante uma acalorada discussão sobre a exata altura do recém-finado James Brown, na cidade norte-americana de Atlanta.
David James Brooks Jr foi baleado por Dan Gulley quando uma singela discussão sobre as dimensões verticais do ícone da soul music acabou virando uma briga feia. Gulley foi acusado na última segunda-feira.
Testemunhas disseram que a discussão foi tomando formas mais acaloradas e culminaram nos dois tiros na barriga de Brooks, que correu para o carro para pegar sua arma, atirou contra Gulley, mas errou todas as tentativas. Após o incidente, Brooks foi levado ao hospital.


Da redação por: Rafael Mordente

Tirem suas conclusões.

Foto e fonte: Terra

2007 e "off-futebol"

Aos amigos que visitaram o Puro Futebol neste período de festas de final de ano, minhas sinceras desculpas. Coisa irritante é site/blog desatualizado e blogueiro/webmaster que não dá sinal de vida. Mas foi inevitável.

Fui passar alguns dias em Bagé e de lá não entrei na internet. Antes que pensem mal de minha cidade, explico: sim, existem computadores, mas não acessava nada de lá. Mas lembrava do blog.

Passados os dias de reunião familiar, volto ao meu velho PC e às agruras do dia-a-dia (meu ano universitário ainda é 2006). Me retirei na cidade mais quente do RS (e a mais fria no inverno). Muito calor e nem um zéfiro de alento, literalmente, absolutamente literalmente. Mas as reuniões com familiares e amigos foram ótimas. Agora volto ao "mundo real". Só para terem uma idéia, eu só soube ontem que Saddam Hussein havia sido enforcado (se é que não foi algum "spam" sensacionalista enviado ao "Jornal Hoje").

Sobre o nosso velho futebol, apenas acompanhei de "relancina" algumas contratações, as quais já estamos acostumados: valores saem, e voltam "japoneses" e "segunda linha" européia, todos brasileiros, diga-se.

De resto, a alegria de estar com o "meu" povo, e matar sobremaneira a saudade do assado verdadeiro, na brasa (moro em apartamento, imaginem). Foram 9 dias e 9 churrascos, variando entre churrasqueira "tradicional", sobre tijolos, no "tonel cortado", e pra cúmulo da tradição, até no valão.

Portanto, peço aos generosos leitores que relevem este tópico, pois nada trata de futebol.

Sobre futebol, volto amanhã. Mas estamos de volta.
Agradeço ao pessoal que ainda visitou o blog, mesmo que estivesse mais atirado que gato de solteirona perto do fogão a lenha.

E agradecimento especial ao Maurício, que mesmo nesta ausência de posts, andou por aqui vendo como as coisas estavam. Para ele, digo: o bolicho tava com o bolichero oitavado, talvez depois de perder as fichas e esvaziar a guaiaca numa carpeta pelas bandas orientais, mas sempre contando com os paisanos da freqüência para cuidar das dependências, como o amigo.
Abraço, Maurício!

Um grande 2007 pra todos. Ainda é lugar-comum, mas a sinceridade está presente. E muito futebol nas veias de todos nós.


Feliz 2007!


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