Libertadores 2007

Hoje foi realizado o sorteio das chaves para a Libertadores 2007. Começará no dia 24 de janeiro e terminará dia 20 de junho.

Ficou assim:

Pré Libertadores
Jogo 1 - Santos x Blooming (segunda partida em Santos)
Jogo 2 - Velez x Danubio
Jogo 3 - Colombia 3 x Dep. Táchira
Jogo 4 - Tacuary x LDU
Jogo 5 - Paraná x Cobreloa (segunda partida em Curitiba)
Jogo 6 - México 3 x Sporting Cristal




Grupo A
Banfield
Libertad (PAR)
El Nacional
Vencedor Jogo 6

Grupo B
São Paulo
Italiano (CHI)
Alianza Lima
México 2

Grupo C
Grêmio
Colombia 2
Cerro Porteno
Vencedor Jogo 3

Grupo D
Internacional
Nacional
Emelec
Vencedor Jogo 2

Grupo E
Flamengo
Real Potosi (BOL)
Maracaibo
Vencedor Jogo 5

Grupo F
River Plate
Colo Colo
Caracas
Vencedor Jogo 4

Grupo G
Boca Jrs.
Bolivar
Peru 2
Toluca

Grupo H
Gimasya Esgrima
Def. Sporting (URU)
Dep. Pasto (COL)
Vencedor Jogo 1

_______________________

Se o Santos passar da pré-Libertadores, será agraciado com um dos grupos mais fáceis, teoricamente. O Grupo do Flamengo também não apresenta nenhuma combinação capaz de tirar a vaga dos cariocas. Os grupos de São Paulo e Grêmio (que ainda falta indicar dois componentes, mas será entre Deportivo Táchira x um adversário colombiano, e mais o segundo time da Colômbia) são equivalentes. E o grupo do Inter é o mais complicado em termos de equipes tradicionais, pois além do Nacional uruguaio, terá o vencedor do jogo 2, que será entre Vélez e Danubio(URU), e possivelmente passará o Vélez.
Mas isso tudo na teoria. Dia 24 de janeiro começa de verdade.

Foto: Conmebol, sendo o fotografado Eduardo Deluca, secretário geral da entidade, no sorteio de hoje.

"Festa Gaúcha"

Ainda seguem as repercusões sobre a grande vitória colorada no Japão.
Por absoluta falta de tempo para as postagens (este final de ano está corrido), reproduzo as letras do Diário Olé da Argentina, sobre a festa em Porto Alegre na recepção para os campeões do mundo:

Festa gaúcha

"Uma multidão estimada em meio milhão de pessoas saiu hoje às ruas de Porto Alegre para festejar a volta dos jogadores do Internacional, que no domingo ganharam o Mundial de Clubes da FIFA ao derrotar a Barcelona por
1-0, no Japão. Comandados pelo técnico Abel Braga, os jogadores desembarcaram depois de uma viagem de mais de 35 horas e foram recebidos no aeroporto (base aérea de Canoas) por uma comitiva de políticos locais, entre os quais estavam o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, e o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça. Antes de pousar no aeroporto da capital do Rio Grande do Sul, o avião sobrevoou o estádio Beira-Rio, causando uma reação de delírio entre os mais de 50.000 torcedores que ocuparam as arquibancadas desde as primeiras horas da manhã para aguardar a chegada dos jogadores."

Notícia completa,
aqui .

Foto: Diário Olé


____________________

Achei a festa sensacional e o time merecia.
Pelo lado da segurança pública, merecem os parabéns torcedores e Brigada Militar, pois tudo ocorreu na absoluta ordem, e com esse número de pessoas envolvidas, para um tumulto é um passo. Inclusive no trajeto, onde qualquer incidente poderia ser mais grave, tudo ocorreu bem.
Apenas para ser melhor, poderia ter algum tipo de palco, já dentro do Beira-Rio, onde jogadores e dirigentes poderiam se manifestar para a torcida de forma mais tranqüila, já que os "roberts" apesar de não serem tantos, eram bem insistentes. Mas por outro lado até que se entende, alguns realmente queriam cumprimentar os jogadores.
Chamou à atenção a dedicação do goleiro Clemer com a taça. A maior parte do tempo em suas mãos, erguida, e ele incansável dentro do estádio.
Gabiru deu a impressão que não iria aparecer, mas no fim estava no vestiário realmente, segundo ele, tomando uma gelada ( e que calor hoje, em todo o RS).
No fim, a festa foi um sucesso, e encerrou com chave de ouro, o melhor ano da história do Internacional até agora.

Inter, Campeão do Mundo


Mais uma vez, o futebol demonstra que algumas obviedades e chavões, por mais batidos que sejam, nem sempre são aprendidos. Não especificamente por parte do Barcelona, mas por parte de quem participa do contexto extra campo. Não sabemos se o Barcelona achou que poderia obter uma vitória fácil, ou a intensidade desse pré-julgamento, se houve. Mas que antes desta final do mundial muitos não levaram em conta as peculiaridades do futebol, isso se observou.

O Inter foi a campo com uma proposta definida, e talvez a única possível para buscar a vitória: impedir a liberdade de atuação dos principais jogadores do Barcelona. E os jogadores colorados foram muito competentes nesse intuito, jogado com o máximo de concentração, vigiando cada espaço de campo.

No primeiro tempo, o Barcelona teve duas chances mais claras, sendo a mais perigosa a falta cobrada por Ronaldinho. O Inter, com chegadas menos perigosas teve suas melhores chances com um desvio fraco de Alexandre Pato e chute em diagonal executado por Índio, que saiu sobre o gol. Zero a zero e intervalo. Importantíssimo para o estado anímico da equipe gaúcha, esta ida para o vestiário com o empate no marcador.

Na volta para o segundo tempo, as intenções pareciam como as da primeira etapa. O Inter mais preocupado em ser perfeito defensivamente e buscar, em saídas rápidas, situações perigosas contra o gol do Barcelona.

A certa altura, algo que os colorados não contavam: Fernandão sai de campo machucado e é substituído justamente pelo criticado Adriano Gabiru.
Apreensão ainda maior na torcida gaúcha. Sai talvez o maior ídolo desta atual equipe colorada, para a entrada do mais criticado pela torcida, quase o anti-herói. E mais uma vez o futebol mostra que é caprichoso, e parece que faz absoluta questão que ninguém jamais desvende seus caminhos.

O jogo caminhava para aquele momento em que tudo parece estar definido, indo para um empate. Mas numa aliviada de Índio, quase em cima da linha de fundo do Inter, ele manda pra frente. A bola é desviada da intermediária do Inter por Adriano, que toca pra frente de cabeça.
Vai a bola para Luis Adriano, que também de cabeça toca mais à frente para Iarley, que já se encontra no lado espanhol do campo. Iarley domina e num belo corte se livra de dois defensores do Barcelona, e vvê dois jogadores do Inter passando da linha da bola para servirem de opções. Um passa pela direita de Iarley, outro pela esquerda. É Adriano Gabiru. Iarley que fez o cálculo perfeito, passa no momento exato, evitando tanto a precipitação, como o impedimento. Adriano Gabiru ajeita e na saída de Victor Valdez, bate para o fundo das redes. 1 x 0. Delírio em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul.

Após o gol, Ronaldinho quase empata numa cobrança de falta que passou rente ao poste e antes Clemer havia feito belça defesa no chute de longa distância de Deco. Mas o Inter soube suportar o final da partida. Só Iarley e Rubens Cardoso, perto da linha de fundo do Barcelona, ganharam alguns preciosos minutos, prendendo a bola por ali, ganhando faltas, escanteio e lateral.
Até que o árbitro apita o final do jogo.

Na transmissão da Rede Globo, Galvão Bueno dizia: "há que se respeitar o futebol brasileiro". Não deixa de ser verdade, mas não sei até que ponto o Barcelona deixou de respeitar. Acho que a frase "completa" seria apenas: "respeitem o futebol".
Ele é caprichoso e parece que tem certo prazer em destronar que esquece das suas lições.

Festa colorada e Fernandão, mais uma vez este ano, levanta uma taça cobiçada por muitos.

O Sport Club Internacional, é campeão mundial de futebol.

Fotos: Site da Fifa e Terra Esportes

A Grande Final

O ano futebolístico termina hoje. Em grande estilo. Milhares de especulações sobre o resultado de Internacional e Barcelona. A final, que normalmente atrai o mundo, hoje também balançou o Brasil.
Mas uma das grandes belezas do futebol é esta: só se decide no campo. Claro que prognósticos têm seu valor, subjetividades sobre análises técnicas, tudo. Isso também faz parte do nosso "menu".

Mas esta beleza do futebol, ninguém tira: é tudo em campo.

O colorado mais confiante e o "secador" mais contundente, nenhum deles irá dormir sabendo do resultado. É no campo. Esperaremos, todos, até o apito final do árbitro, não há o que mude isso.

Uma coisa engraçada que irá ocorrer, na decisão pelo 3º lugar, é a velha simplificação do confronto "sub-direto": se o América vencer aos egípcios, os colorados ficarão mais preocupados. Mas se o Al Ahli, por exemplo, golear o América, a confiança irá triplicar. Observemos.

Falando sobre a parte "técnica" da coisa, há que se resaltar que é um grande ano para o Internacional. Um bom campeonato brasileiro, Campeão da Libertadores, e disputando o direito de ser considerado o melhor time do mundo. Independente do resultado de amanhã, o Internacional avançará mais um passo, em termos de instituição. O Inter, positivamente, já não é mais o mesmo.

E mais uma vez reflito: esta gauchada é petulante mesmo, contra todos os fatores financeiros, tendo que ganhar a pré-Libertadores mais difícil da América do Sul, se mete na disputa do título Mundial. Um clube de uma cidade "provinciana", segundo os "detratores". Um clube que surgiu como grande a partir de um aterro (aqui é um mérito). Um clube gaúcho e de Porto Alegre, e do povo.

Parabéns ao Inter pelo que já foi conquistado, e uma ótima sorte hoje em terras nipônicas.
O Rio Grande do Sul, mais uma vez, já faz soar alto seu hino.

___________________________
Conversei com amigos colorados sobre o que fariam entre sábado de noite e até o horário do início do jogo. Obtive respostas diversas, mas a maioria teme a insônia pela ansiedade. E alguns já nem pensam e dormir, e a cervejada substituirá o café da manhã.

Foto: Site do Internacional

Sul-americana: Pachuca Campeão!

Foi ontem, mas só pude postar hoje.
Os mexicanos do Pachuca sagraram-se campeões da Copa Sul-americana 2006.
Jogando contra o Colo-Colo em Santiago, com 70.00 fanáticos chilenos, venceram por 2 x 1. No jogo de ida, 1 x 1.

Além disso, o Colo-Colo saiu na frente, aos 35 do primeiro tempo. O empate do Pachuca veio logo no início do segundo tempo, com Caballero empatando. O misto do impacto sentido pelo Colo-Colo com o gol e a empolgação mexicana com o empate, fez-se presente.

Mas o Colo-Colo foi atrás do desempate, e Pachuca conseguiu por aí, o segundo gol. Numa cobrança de escanteio a favor do Colo-Colo, os mexicanos encaixaram um contra-ataque belíssimo e fulminante. 2 x 1 para os mexicanos e um Colo-Colo abatido, mas não entregue. Correram, lutaram e tentaram até o final, mas mais na vontade mesmo, e o resultado já havia sido decretado.
Uma parte da torcida reconheceu a bela campanha do Colo-Colo e a luta na final, e terminaram aplaudindo o time.

Uma observação sobre a transmissão no Brasil: uma pena que o Sportv acabou de transmitir a decisão logo após o início da festa do Pachuca. Foi um minuto de pós-jogo, e já acabou a transmissão. A festa é o que há, menos para o perdedor, é claro.

Pachuca campeão.

Foto: Conmebol

Estudiantes há 23 anos longe do título Argentino. Simeone, técnico do Estudientes, deu la vuelta pela primeira vez como técnico. Boca Juniors deu adeus ao tri-campeonato.

Impossível analisar esta derrota do Boca, esquecendo que tudo começou ou terminou(?), contra o Lanús, no domingo. Na partida de hoje, o gol de Palermo, logo cedo (5 minutos), deu a falsa impressão que o Boca viria decidido a vencer ou vencer. Não foi bem assim. O Estudiantes soube absorver o golpe, e logo começou a comandar as ações. O Boca ainda teve outra chance cristalina, com Palermo entrando na cara do goleiro, mas se precipitou e chutou para fora.

No segundo tempo, o Estudiantes foi para cima, e conseguiu uma falta nas redondezas da área. A cobrança foi perfeita, e foi o gol de empate do Estudiantes, com Sosa, aos 20 minutos.

Aos 34 minutos, a virada do Estudiantes, num gol que foi emblemático em relação à partida: falha na defesa do Boca, e Pavone aparece entre a defesa do Boca (totalmente indecisa) e o goleiro, encobre e depois finaliza de cabeça. Apesar da falha, um belo gol. 2 x 1. O Boca estava indeciso Quase sofreu o terceiro gol assim.
Mas os efeitos das últimas rodadas, e principalmente do jogo contra o Lanús, se mostraram presentes. Claro que os jogadores tentaram, mas quem assistia a partida, não via uma energia no Boca, capaz e com real condição de virar o marcador. Não era a cara de um time campeão.
Já o Estudiantes de Verón, mostrava uma firmeza em busca do título. E isso durante a partida era nítido, não apenas uma constatação cômoda pós-título.

Mas o futebol é caprichoso, e mesmo com todas estas subjetividades, a bola do jogo passou pelos pés de Martín Palermo naquele lance perdido no primeiro tempo. Tivesse ele definido o 2 x 0, a história aqui talvez fosse bem diferente.

Mas o Boca confirmou a má seqüência da reta final, e o Estudiantes, ao contrário. Foi um perseguidor implacável. E hoje, deixou a função de perseguidor, para ser o ponteiro da tabela, com todos os méritos.

A conquista passa sem dúvida alguma por Simeone e Verón. O primeiro, que não fosse pela arrumação tática de sua equipe, nunca desistiu. Foi um líder fora de campo, inclusive chamando os torcedores para que não desistissem da luta. O segundo, uma liderança técnica dentro de campo.

E o conturbado Apertura argentino deste ano, teve uma final digna. Apesar de todos os percalços extra-campo do campeonato, a final desta quarta (que foi um jogo-extra, na verdade) trouxe tudo para o terreno puramente futebolístico, e isto foi importantíssimo para a combalida credibilidade do campeonato, que recuperou algo com a partida de hoje.

E a consagração "pincha", é claro.

Foto: Diário Olé

Internacional na Final do Mundial de Clubes

Não foi fácil como alguns poderiam imaginar. Mas entre mortos e feridos, o Inter está na final do Mundial de Clubes. Agora espera o vencedor entre Barcelona e América do México, que se enfrentam amanhã. O Inter volta a campo domingo.

O adversário jogou bem melhor do que na sua estréia contra o Auckland, e hoje o estreante era o Inter, com todas as desvantagens que isso significa, além de estar jogando "no lucro" após a vitória contra os australianos, segundo seu próprio treinador.

A partida começou nervosa, principalmente para o lado do Inter. Para quem esperava um início com o Inter pressionando o Al Ahli, viu o Inter com posse de bola, mas sem jogadas mais contundentes. Até que o garoto Pato Alexandre, mostrando que não apenas contra o Palmeiras que seria decisivo para o Inter, numa bola recuada pela defesa egípcia, pega da entrada da área e chuta forte no canto direito do goleiro. Antes do gol, o Inter já havia tido um gol anulado por impedimento. A partir daí, pouco a pouco a equipe colorada foi cedendo terreno ao Al Ahli, que chegou a dar dois sustos, sendo um deles um chute na trave de Clemer.

Na volta para o segundo tempo, a equipe do Inter não mostrou correção de alguns defeitos, e numa jogada originada de uma cobrança de lateral, os egípcios cruzam para a área, e o angolano Flávio cabeceia entre dois zagueiros colorados, desviando a bola por cima de Clemer. Era o empate e o desconforto no marcador.

Discute-se se haveria falha de Clemer no lance. Achei mais falha de posicionamento e de concentração da zaga. A única coisa que Clemer poderia ter feito melhor, era ter retornando mais rápido para o gol, ainda assim com poucas chances de defender.

O Inter parte em busca do empate e aos poucos toma as rédeas da partida. Até que numa cobrança de escanteio, Luis Adriano, que recém havia substituído Pato (com cãibras), desvia de cabeça, antecipando-se no primeiro pau, e coloca a bola caprichosamente na rede lateral do gol egípcio (essa jogada é mortal para qualquer defesa, tanto com bola rolando como em bolas paradas, se bem executada). Festa e vantagem novamente.

Mas aí chegamos na entrada de Vargas: com a entrada do colombiano, o Inter se solta mais em campo, pois começa a vencer num setor que havia perdido desde o início do jogo, o meio-campo. Vargas conseguiu dominar a meia-cancha, e a partir dele, inclusive Rubens Cardoso (que substituiu Hidalgo, contundido), começou a aparecer mais no apoio. Abel deveria repensar este setor, pois Alex não fez uma boa partida e, além disso, Vargas deu consistência que até então não havia no meio-campo colorado. Prescindir disso e da experiência do colombiano na final de domingo, é tirar munição da própria equipe.


Mas a estréia passou. Estréias quase sempre são assim, difíceis, nervosas, apertadas. O Inter agora está na final, e assiste amanhã quem será seu adversário domingo.

Foto: Diário Olé

A pedido do nosso leitor Maurício, aqui vai um pequeno resumo da passagem do tetra-campeão Romário em campos australianos.

Romário está jogando no Adelaide, que disputa a chamada A-League, da Austrália. O contrato é de US$ 350.000,00 por quatro partidas (que beleza!). O atacante ainda não marcou nenhum gol em 3 partidas pelo Adelaide, e na terceira partida, em que a equipe empatou em 1 x 1 com o lanterna do campeonato, Romário foi substituído aos 18 do segundo tempo, e deixou o estádio 5 minutos antes do término do jogo.

O técnico John Kosmina, já admitia deixar Romário no banco no que seria a quarta partida dele na Austrália. No dia seguinte à partida, Romário não compareceu ao treino, e através de um intermediário mandou avisar ao técnico que estava insatisfeito com o tratamento que tem recebido. E apesar da polêmica, e talvez justamente por ela, o jogador voltou aos treinos nesta quarta, e o treinador já passou a dizer que a presença do craque é garantida na quarta partida dele por lá. É o velho Romário.

Mas no futevôlei continua se destacando, sem dúvida. Infelizmente não achei as fotos publicadas no site do Terra Esportes ontem, as quais mostravam mais um bom desempenho de Romário nas areias, agora australianas.

Enquanto isso no Brasil, o presidente do Cene, do Mato Grosso do Sul, já tenta contato com Romário, para que ele atue no seu clube. A idéia do presidente do Cene:
"Meu pensamento é aliar a parte técnica do Romário ao baixo nível técnico dos adversários."

A outra intenção do presidente do Cene é aproveitar a exposição do clube com a presença de Romário no elenco. Romário faria o gol 999 pelo Cene, e partiria em busca do milésimo no Maracanã, com a camisa do Vasco, que seria a intenção inicial do jogador. Questionado sobre a possibilidade de Romário criar carinho pelo time do Cene e resolver marcar o milésimo gol por lá mesmo, o presidente foi espirituoso novamente:
"Se o Romário quisesse fazer o milésimo gol aqui pelo Cene, eu me atiraria nas águas do Pantanal e abraçaria os jacarés de tanta alegria".

Romário atualmente possui 986 gols na carreira.

Fonte: Terra Esportes
Foto: Assim que eu achar a supra-citada
top